22 Novembro, 2007
Cinqüenta e quatro histórias de vida
reunidas pela comunicação
NO AR- dia após dia
essas vidas marcam uma geração
Fazemos parte de um contexto
que celebra a energia de uma aurora
E vamos usar este momento
para escrever a nossa história
Somos a geração de uma nova marca
Estreamos com essa inovação
Somos o conceito que se consagra
na prática, na vida, na realização
Somos da época Zerohora.com,
do Teatro Elis Regina…
Vimos tudo isso acontecer
E tudo isso nos inspira
Foi sendo Facilitadores
que vivenciamos esses momentos
E seremos ainda mais realizadores
Compartilhando tudo o que aprendemos!
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Escrito por Fabiane Castro
16 Novembro, 2007
Estiveram presentes ontem na exposição No Ar 50 anos de vida os alunos do CTI - Colégio Técnico Industrial Prof. Mário Alquati de Rio Grande. O Grupo composto por doze alunos foi o campeão da Gincana Toriba realizada no dia 27 e 28 de outubro no Posto do Tigre. Como prêmio os alunos ganharam a viagem para visitar a Exposição No Ar 50 anos de vida doGrupo RBS e também ao Museu de Ciências e Técnologia da PUC.

Para ver em tamanho grande clique na foto!
”Achei muito legal a exposição da RBS! A parte que mais gostei foi o Caleidoscópio, me senti em outro mundo no meio de tanta informação.” - disse o estudante, Mauricio Calixto de 15 anos.
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Escrito por Bibiana
13 Novembro, 2007

Escolhas profissionais
Aproximam nossos caminhos
Jornalismo, Publicidade, RP, Designer e Turismo
Cada um com o seu talento
Cada um com a sua história
Nossos diferenciais reunidos em um evento
Marcam o que vivemos até agora
No dia-a-dia…
Nas horas lado a lado…
Sendo fixos ou guias
O que há dentro de nós foi revelado
Foi assim que conhecemos um ao outro
Vivemos grandes emoções
Lidamos com situações diversas
Milhares de pessoas, imagens, interações…
Tudo passou tão depressa
E o que fica depende de nós
Atitudes, alegrias, conversas…
Oradores através da nossa voz…
Acima disso, o que mais interessa
é que vamos contar novas histórias e rir de nós mesmos
Vai dar uma saudadezinha quando terminar
Vamos perceber o quanto fomos realizadores
Afinal, estando NO AR
descobrimos a arte de sermos facilitadores!

“O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis”
Fernando Pessoa
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Escrito por Fabiane Castro
4 Novembro, 2007

Texto e foto por Matheus Cardoso
Com o propósito de divulgar a 14ª Fenamor - Festa das Amoras, Morangos e Chantilly, que acontece nos dias 10, 11, 15, 17 e 18 de novembro, no Parque Municipal, as soberanas da cidade de Feliz, rainha Sabrina Volkweiss e as princesas Ana Paula Juwer e Schirlei Samantha Kinast, estiveram, neste domingo, 4, pela manhã, na exposição No Ar - 50 Anos de Vida. A corte estava acompanhada de 10 pessoas da comissão organizadora do evento, sendo alguns membros integrantes de uma banda típica alemã.
As três meninas foram eleitas em um concurso que ocorreu em maio deste ano. Concorreram contra outras 4 candidatas, através de provas como entrevista, desfile coletivo e de gala. Com a vitória as três tornaram-se rainha e princesas da 14ª Fenamor e do 41º Festival do Chopp, que ocorre em abril de 2008.
Para a princesa Ana Paula, a mostra é muito importante, pois permite que algumas pessoas possam conhecer fatos que não vivenciaram. Para a rainha Sabrina a exposição está muito bonita e bem organizada. “Nós adoramos o espaço do hall de entrada, é muito interessante poder ver esse resgate que fizeram dos objetos do passado, trazendo-os para o presente”, afirma.
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Escrito por Ale Lucchese
30 Outubro, 2007
Ontem, estava passando por todos os canais de televisão (em busca de algo interessante), quando me deparo com o nosso presidente (ou melhor, do Grupo RBS), Nelson Sirotsky. Ele estava lá para falar um pouco sobre a nossa exposição. O mais incrível é que, em meio a diversas coisas interessantes, o Jô só conseguiu fazer uma piadinha sem graça sobre gaúcho. Deplorável, mas fazer o quê?!
Enfim, vou parar de enrolar e deixar vocês assistirem à entrevista.
Clique aqui.
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Mesa, Sofá |
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Escrito por Thiago Morão
22 Outubro, 2007
Histórias que se juntam à nossa história constroem um novo contexto dia após dia. É o senhor de cabelos brancos que por diversas vezes visita a Exposição, relembra acontecimentos e compartilha suas lembranças. Somos ouvintes e nossa presença aquece o coração dessas pessoas ansiosas por um olhar, por alguém que escute suas façanhas e simplesmente traduza o significado da palavra atenção.
A criança se aproxima e com ela cada espaço torna-se mágico. Somos animadores dessa platéia que nos transforma em professores, tios e tias. Os olhares atentos confirmam que somos alguém em quem elas acreditam. Despertamos a imaginação e curiosas, essas crianças nos ensinam através de suas perguntas e respostas.
Algumas pessoas chegam sérias, inibidas com o diferente. Elas refletem uma maneira de agir com o novo, com o desconhecido. Olham para tudo, mas não tocam em nada, apenas observam. Passado um espaço de tempo, percebemos que algo tão simples aproxima e cria um ambiente acolhedor: o sorriso. Basta alguém sorrir e tudo fica mais leve. O sorriso aproxima.
Os deficientes físicos, as pessoas especiais, as diversas idades, origens e profissões…As particularidades se misturam e ocupam o mesmo espaço. Cada pessoa é tão única e traz consigo uma história que agrega aprendizados. Somos pessoas facilitando a comunicação. Dispostos a compreender novas linguagens, somos pessoas que gostam de pessoas e isso faz a diferença em nosso trabalho. Respeitar o ser humano é uma característica que guia nossas atitudes.
Histórias criam novas histórias. Os visitantes da NO AR se identificam com momentos retratados através de sons, imagens e interações que transformam-se em emoção. Cada reação demonstra um sentimento ao se reconhecerem nesta história, nesses 50 anos de vida.
Somos feitos de algo que esclarece, aproxima e une os indivíduos. Nosso viver contém um ingrediente que se expressa através de atitudes. Com ele, demonstramos nossos valores e construímos repertórios, ou seja, nossas histórias. Comunicação. Simples e ao mesmo tempo especial por expressar o que há dentro de nós. Assim, todos os dias, convidamos histórias a se juntarem à nossa história.
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Escrito por Fabiane Castro
17 Outubro, 2007
Aline Scherer
Recebemos nesse feriado a visita do criador da primeira campanha publicitária da Zero Hora, Luiz Augusto Cama, vice-presidente da agência Ogilvy. Ele contou como foi fazer o filme de 30 segundos que mostrava um jovem com ares de intelectual enfrentando qualquer empecilho para ler o seu jornal. O ator, que trabalhava no atendimento da agência Denílson (a que criou o comercial), atravessava a avenida Borges de Medeiros na esquina com a Rua da Praia caminhando e lendo sua Zero Hora. A peça foi gravada sem interrupções, em hora de grande movimento no centro, sem interditar as ruas. Cama conta que nessa época a edição era feita através de moviola: os rolos de filme rebatiam no espelho como no monitor.
-Antigamente não tinha truques, o máximo de efeito especial que se fazia era fundir uma imagem em preto e branco. - compara com as tecnologias de hoje. Acrescentando que é muito fácil sentar na frente de um Machintosh e colecionar figuras e animações.
-Hoje em dia há muita preocupação com a forma e o conteúdo fica esquecido. Não se contam mais histórias como antigamente, comenta o publicitário.
Além desse anúncio, Cama promoveu o lançamento da campanha “Gaúcha rumo ao espaço” da TV Gaúcha e da inauguração do estádio do Beira Rio em 1969. O publicitário deu aula de Comunicação na PUC e ajudou a criar o currículo de quatro anos do curso de Publicidade e Propaganda da mesma faculdade.
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Escrito por mikespike
10 Outubro, 2007
Discreto e localizado na lateral do telão da Arena, na Exposição No Ar- 50 Anos de Vida. Alguns podem até passar sem percebê-lo, mas quem relaciona seu significado com a vida, logo percebe a importância deste “monumento”. Refiro-me ao poste com alto-falante. A interatividade não está explicita. Sem emitir sons e imagens, revela seu diferencial. Esse poste é um começo de sonhos, que antecede as últimas cinco décadas de uma história.
Acredito que as realizações acontecem através de atitudes, que antes de tudo, foram sonhadas. Paixão e talento são ingredientes presentes no alcance de objetivos. Sendo assim, relembrar através do poste que Maurício Sirotsky Sobrinho, aos 14 anos, na praça de Passo Fundo, revelava sua vocação para a comunicação através do Serviço de Alto-Falantes Sonora Guarany, é refletir sobre diversos aspectos. É neste espaço, que durante o passeio pela exposição, paramos para pensar sobre o que motiva nossas atitudes na busca de um ideal.
Paixão, vocação, atitude e empreendedorismo. Essas palavras compõem os significados que este “monumento” possui. Durante as visitas guiadas, gosto quando chego neste local, onde minhas palavras são instrumentos fundamentais para contar uma história. Por parecer simplesmente um poste e sem grandes possibilidades de interação, as pessoas fixam o olhar em mim e neste momento vejo o sonho brilhar em seus olhos. Pois falar de vocação aliada à paixão pelo o que se faz é algo inspirador.
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Escrito por Fabiane Castro
10 Outubro, 2007
Neste espaço, relembramos o início da cronologia, quando aos 32 anos, Maurício associava-se à Rádio Gaúcha. Verificamos que a paixão do jovem de 14 anos e suas atitudes materializaram um sonho. Esse sentimento pela comunicação se revelou muito cedo e no decorrer do tempo, ele uniu esforços para projetos mais ousados.
É neste espaço que os jovens demonstram possuir sonhos ao identificarem-se com uma profissão, independente de ser da área de comunicação. É neste espaço que escuto as crianças dizerem frases do tipo: “Quando eu crescer, quero ser professora!”. É neste espaço também, que a linha do tempo entre o poste e o caráter multimídia de uma empresa apresenta a dimensão de um trabalho.
Pode parecer romantismo, mas me atrevo a dizer que este poste faz sonhar. É neste local que o diálogo entre público e facilitadores revela que um monumento estático tem profunda capacidade de mexer com o imaginário das pessoas e fazer com que elas reflitam sobre suas habilidades, desejos profissionais e realização pessoal. Fui me dar conta dessa realidade quando acompanhei uma turma durante a visita e ao chegarmos na sala do silêncio, um jovem que deveria ter uns 16 anos, falou: “Agora quero voltar ao pensamento que tive lá no poste, pensar em minha vocação e sonhar”. Motivando atitudes, o sonho antecede o caminho para a realização.
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Escrito por Fabiane Castro